Postagens

Mostrando postagens de Novembro, 2008

A Sony lembrou do Brasil!!!!

Imagem
O Brasil aos poucos entra no "rol" dos países que recebem algumas novidades de tecnologia. Diferentemente da Apple que demorou mais de 1 ano para lançar seu iPhone por aqui, a Sony pretende trazer seu novo smartphone da Sony Erickson, o Xperia x1 para brigar com o telefone da maçã. O site da empresa dá destaque ao aparelho, o que sinaliza que brevemente começará a ser vendido oficialmente.

O aparelho traz, além de um teclado completo, pela primeira vez o Windows Mobile como sistema operacional. O aparelho tem tudo que se espera de um smartphone atualmente: 3G, wifi, tela sensível ao toque (com uma interface muito interessante), câmerda 3.2 megapixels, rádio, e-mail, windows life, entre outros mimos.
O mercado está aquecido, pois essa movimentação ágil da Sony se deu em função do lançamento do Samsung Omnia e do lançamento em breve do HTC Diamond e do Diamond pro.
Para os que pretendem trocar de aparelho para o final de ano, terão uma muito trabalho para se decidir entre tantos …

Smartphone flex? Por enquanto só a tela!

Imagem
Esse aparelho traz uma grande inovação frente aos outros produtos, basta olhar para seu formato. Com uma tela de proporções generosas em modo "normal", ela ainda é capaz de ampliar seu tamanho, tornando uma tela de 5". A empresa de Taiwan, a Industrial Technology Research Institute (ITRI) apresentou esse conceito de aparelho esta semana e promete lançá-lo no mercado em 2009 (se a crise permitir!!).

Percebe-se pela imagem que aparentemente é um aparelho comum, quando fechado, mas na medida em que se abrem as telas, tem-se um excelente aparelho para ver vídeos, por exemplo. Pode-se ver também que até os teclados são sensíveis ao toque, assim como deve ser a tela. Por enquanto não foram divulgadas outras informações do aparelho, mas fica a expectativa para 2009.

Desdobramentos da Crise e conceito de ineficiência.

Hoje, como faço todos os dias, acompanho o noticiário nacional e internacional sobre economia, mais particularmente, sobre os desdobramentos da crise financeira que se abateu no mundo desenvolvido.

Ontem, no Senado Americano, as três maiores montadoras de automóveis de lá, a Ford, GM e Chrysler participaram de audiência para expor suas necessidades financeiras mais prementes para não afundarem de vez em meio ao maremoto que começa a se abater no mundo real com muita força.
Após falarem das dificuldades das empresas (todas elas) e exporem seu pedido de 25 bilhões de dólares para salvá-las (e seus mais de 3 milhões de empregos diretos e indiretos), escutaram, por parte de vários e vários Congressistas, inúmeras acusações de incompetência, má gestão, etc, etc. Muitos se postaram contra a oferta de ajuda às montadoras, afirmando que o dinheiro público dos contribuintes americanos não estava lá para salvar empresas incompetentes.
Eu pensei, até hoje, que memória curta fosse um problema só dos…

iPhone: uma peça de marketing!

Imagem
Gostem ou não, depois do lançamento do iPhone, toda a indústria mudou, teve que se adaptar ao novo padrão imposto pelo smartphone da Apple.

O principal atrativo do aparelho, sua tela multitouch, e sua facilidade de uso até por novos adeptos dessa tecnologia se tornou padrão para todo o segmento. Mesmo antes dele já existiam aparelhos com telas sensíveis ao toque, mas nada perto do que é capaz de fazer o iPhone, daí a loucura de lançamentos de praticamente todos os grandes fabricantes com essa e outras inovações tecnológicas.

Nokia, HTC, RIM, Samsung, LG, enfim, todos eles têm agora aparelhos similares ao iPhone, mas nenhum tem o charme e, principalmente, o marketing dele. Entre todos os fabricantes, sem dúvida nenhuma a HTC tem mostrado um fôlego imenso de lançamentos de aparelhos com os mais diversos formatos, inclusive sendo o primeiro com o Android, o software desenvolvido pela Google para os aparelhos móveis. Seu mais recente lançamento é um aparelho com a tecnologia WiMAX, o HTC…

Por onde escoa a riqueza nacional...

Imagem
Hoje o IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada)  divulgou o resultado de uma pesquisa que analisou a distribuição funcional da Renda no Brasil, ou seja, sua divisão e evolução entre as classes sociais e fez alguns comparativos interessantes. Digo interessantes para não dizer o que realmente penso dessa situação!

Segundo o Instituto, tivemos alguns avanços importantes, mas muito tímidos. Primeiro, a renda do trabalho cresceu ao longo dos anos, mas ainda hoje é menos da metada da Renda Nacional. Em outras palavras, os ganhos decorrentes da propriedade ainda são maioria no país, muito embora o número de trabalhadores seja infinitamente maior do que de proprietários dos meios de produção.
Outro ponto fundamental da pesquisa é o levantamente feito demonstrando a evolução dos gastos dos Governos em alguns setores, e é nesse aspecto mora a verdadeira "vergonha nacional" e de todo o descaso e desprezo que se tem com o brasileiro de uma forma geral. 
Do ano 2000 até 2007 os recur…

Qual transporte queremos?

Imagem
A imagem acima não é de um trem no Brasil, mas se as coisas não mudarem...

Brincadeiras de lado, nesses últimos tempos de crise, muitos setores da economia estão recorrendo ao Governo para fecharem suas contas, entre eles o setor automobilístico. Estranho, pois mesmo nesse momento, as vendas estão 20% superiores ao mesmo período do ano passado, que foi o melhor ano da indústria até então.
O pior de tudo isso é o Governo sinalizar com mais recursos para o setor (R$ 2 bilhões), mesmo depois do lançamento neste ano de um plano de incentivo a indústria, onde mais da metado dos R$ 6 bilhões serão destinados à indústria automobilística. Como o setor enfrenta uma forte crise nos países desenvolvidos, parece que escolheram o Brasil para aliviar seus lucros, passando todo o custo para o brasileiro pagar.
Então temos o seguinte: o setor bancário e o setor automobilístico nacional apresentam a vários anos consecutivos récordes atrás de récordes de lucratividade, não repassam nem uma ínfima parcela …

A voz da sabedoria... Carlos Lessa.

Entevista de Carlos Lessa ao site Agência Carta Maior (www.cartamaior.com.br)
ENTREVISTA - CARLOS LESSA "Vou horrorizar os jovens economistas. Sou favorável a centralizar o câmbio" Em entrevista à Carta Maior, o economista defende a redução dos juros e o aprofundamento do PAC, sobretudo em investimentos sociais e na geração de emprego. Para o ex-presidente do BNDES, o governo deveria também centralizar o câmbio. "Nós temos que reforçar nossas defesas. Se perdermos 50 bilhões e tivermos, em 2009, uma balança comercial altamente deficitária, as reservas brasileiras acabam". Clarissa Pont Para o economista Carlos Lessa, a análise das conseqüências que a crise financeira internacional pode ter sobre a economia brasileira é uma grande aula. Nesta entrevista à Carta Maior, Lessa aponta os possíveis caminhos para que o Brasil possa minimizar os efeitos da falta de crédito mundial nos setores produtivos locais, afirma que o PAC é o grande trunfo sobre a crise e projeta a centra…